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09 / Out / 2015

Deficiência auditiva na infância

deficiência auditiva na infânciaA perda auditiva é uma das deficiências mais comuns na população brasileira. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Otologia (SOB), de cada mil crianças nascidas no país, três a cinco já nascem com deficiência auditiva. Segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de 15 milhões de brasileiros têm problemas auditivos.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Otologia, esse quadro se agrava quando o recém-nascido apresenta complicações neonatais e precisa de internação em UTI, onde de 2 a 4 em 100 crianças apresentam algum déficit auditivo. Apesar dos índices preocupantes, a solução está cada vez menos complexa e mais acessível, através de exames preditivos ou ainda da avançada tecnologia dos aparelhos de amplificação sonora. As maiores dificuldades, porém, ainda são a desinformação e o preconceito.

Por essa razão é tão importante a realização do teste da orelhinha em recém-nascidos: esse é um dos diversos exames para avaliar a integridade da função auditiva e pelo qual verifica-se se a orelha interna (cóclea) está funcionando bem. É realizado em todos os bebês, pois 50% dos casos de surdez não têm causa aparente ou fator de risco que os justifique, havendo a possibilidade de causa genética.

Deficiência auditiva em números:

 

O texto acima foi publicado no portal Deficiência Auditiva, um canal que pretende conscientizar a população sobre as diversas formas de prevenção da perda auditiva, preservação da audição e as distintas formas de reabilitação. A publicação ou compartilhamento do conteúdo é autorizado, desde que mencionada a fonte.